terça-feira, 29 de maio de 2012

Fundação Iberê Camargo - Curvas de Nível

Utilizando papelão e marcando-o a partir de uma plotagem cortamos as curvas de nível do terreno onde a Fundação Iberê Camargo se encontra.
A seguir a primeira parte já colada com cola para isopor, por não empenar como a cola branca que contém grande quantidade de água em sua composição.





Exercício 5 - Sistema Construtivo

Utilizando como material base para essa etapa o hurley, construímos um sistema construtivo com vigas e pilares em "I" e vigas auxiliares em "C". Partimos de um material fraco transformando-o em uma estrutura com bastante estabilidade e com a capacidade de sustentar peso.

As fotos a seguir apresentam esse sistema já ampliado, que foi pedido na segunda parte do exercício. Elevei a estrutura que tinha como dimensão dois módulos por três. Depois retirei pilares de uma ponta que ficou em balanço e também retirei vigas que deixaram uma parte da estrutura com pé direito duplo. Após isso noi foi pedido que fechássemos a estrutura com vedações. Utilizei madeira balsa, caixa de cd - plástico, hurley e papel pluma para isso. 
A função dessa estrutura não foi determinada pois o objetivo desse exercício era a precisão e o contato com novos materiais, os quais apresentam diferentes características quanto ao modo de serem cortados e seus graus de maleabilidade.

Por fora:


 


 Por dentro:


<-  Efeito de luz a partir da abertura na parede que incide nos palitos de madeira












.Calunga possibilitando a compreensão das dimensões do espaço.                            ->                                                                   


 







 <- Pé direito duplo.

 Palitos de madeira delimitando o espaço do andar superior.                                                             ->

<- Estrutura em balanço.

domingo, 13 de maio de 2012

Fundação Iberê Camargo - Espuma Floral

Com o objetivo de nos familiarizarmos mais com os volumes da Fundação Iberê Camargo utilizamos uma espuma floral e a esculpimos a partir de imagens de vistas. O material é bastante poroso facilitando o corte; entretanto, o seu manuseio deve ser feito com bastante cuidado pois ele quebra facilmente. A atenção principal foi dada aos braços pela sua espessura fina. Fotos abaixo.






domingo, 22 de abril de 2012

Exercício 4 - Espaço, corte e luz

Nesse exercício utilizamos novamente uma caixa de sapato como base, nela fizemos um corte e assim vizualizamos o seu interior. Aberturas zenitais possibilitaram a entrada de luz na caixa criando um ambiente com sombras, os desenhos a seguir demonstram esse efeito. Quatro das representações gráficas da caixa apresentam ela na vertical e quatro na horizontal. Conforme foram feitos pisos e colocados calungas de tamanhos diferentes variavam as proporões da caixa.







A partir desses desenhos escolhi um para ser representado em maquete, o primeiro da primeira e da segunda foto. Por causa das proporções da caixa, melhor foi representá-lo com a caixa "deitada".





 Mudando um pouco a posição da luz, dando luminosidade ao quadro do segundo piso.






 Abaixo os ajustes do desenho para ficar conforme a maquete, colocando a caixa na vertical e ajustando algumas sombras. Algumas ideias de como ficaria no final a maquete persistiram, tal como a iluminação da lareira com o corte zenital.




Exercício 3 - Espaço e Luz (caixa 2)

Utilizando uma caixa de sapato e papelões criei uma estrutura que lembra o Estádio Olímpico de Pequim, ninho de pássaro. Criei uma trama circundando um canto da caixa que permitia a entrada da luz e a partir disso brinquei com cores, posições em relação ao sol, verticalidade ou horizontalidade da caixa, diferentes texturas no interior da mesma e utilização de diferentes calungas.

Com a caixa na vertical e mudando o seu ângulo em relação ao sol.



 Com a caixa na horizontal, mudando o seu ângulo em relação à luz natural.


 Utilizando papel translúcido(celofane) rosa. Primeiro com a caixa na horizontal e depois com a caixa na vertical.

Na foto superior e à esquerda, existe uma pequena abertura livre, sem nenhum filtro, que gera uma listra iluminada mas de cor natural.












Utilizando o mesmo tipo de filtro, mas de outra cor, azul. A foto à direita apresenta uma fresta que cria um reflexo de luz com cor natural no chão. Nas duas primeiras fotos a caixa apresenta-se vertical e na terceira na horizontal. Na horizontal o ambiente parece ser mais aconchegante sendo mais amplo, e na vertical torna-se mais parecido com um corredor, sendo um ambiente somente de passagem, sem aconchego.



Abaixo, fazendo as mesmas intervencões na caixa, mas com filtro amarelo.



Abaixo fotos da caixa, mas com outra proporção por causa da troca de calunga. O ambiente torna-se mais amplo.



A seguir utilizei uma textura no canto direito da caixa, que gera um pequeno efeito quando na incidência de luz.